"(...)Meias verdades
E muita insensatez."
(Flora Figueiredo)
E muita insensatez."
(Flora Figueiredo)
terça-feira, 20 de abril de 2010
"Sinto uma falta absurda de você. Ficou um vazio que ninguém (pre)enche. e penso e repenso e trepenso em você aí. (...) Tá tudo bem assim. Só que me rouba o sentido - entende? - ou a ilusão de sentido que quero ter de vida, e que é essencial para a minha sobrevivência. (...) Me sinto o camelo do poema de Cecília Meireles, mastigando sua imensa solidão".
(27-01-1987, carta de Caio F. para Sérgio Keuchgerian - de Caio Fernando Abreu - Cartas, organizado por Italo Moriconi, p. 147)
sábado, 17 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
"Fazes-me falta"
Você estava presente em mim, mesmo quando eu não sabia, mesmo quando eu te perdi.. e como consequência, me perdi também.
Eu procurava pedaços de você em outras pessoas - mas veja bem - eu nunca achava. Porque você era parte de mim. Parte concreta, não... Eu idealizava demais tudo isso, e no fim, só ficava mesmo na ideia. Eu, que sou cheia de imperfeições, queria você perfeito pra mim. Não via isso direito, só queria você um pouco mais perto.
Mesmo presente em mim, você me faz falta. E não exigi quase nada. Porque - no amor - a gente não pede, a gente doa. Embora doa um pouco também...
quarta-feira, 7 de abril de 2010
As coisas mais bonitas acontecem mesmo é no coração. É ele que a gente doa sempre, mesmo sabendo da necessidade de tê-lo por perto. Emprestamos sem prazo pré-determinado, para que ele pulse em outra alma também.
E quando o coração começa a esfriar, ficar cansado e maltratado.. a gente o acolhe de volta. Coloca no colo e diz que vai passar, porque - de uma forma ou de outra - sempre passa...
Nada é tão definitivo que não possa mudar de rumo!
quinta-feira, 25 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
Entre-tanto
quarta-feira, 17 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
Das coisas que não voltam mais, vem uma brisa de saudade. Sorriso acanhado no canto da boca. Ainda que não esteja, clareia a gente por dentro. Das coisas idas, não pode ficar o anseio de mais um pouco. Mais um pouco foi embora, mais um pouco é demais. Das coisas que não voltam mais, a gente nunca esquece...
"O que a memória ama, fica eterno." (Adélia Prado)
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