"(...)Meias verdades
E muita insensatez."
(Flora Figueiredo)
E muita insensatez."
(Flora Figueiredo)
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Os finais sem fim
E eu, que continuo agarrada em você, peço agora permissão para sair, dispensa...E a confiança era um punhado de areia na minha mão aberta.
Tinha acabado, então. Embora o coração dilacerado, eu tive que partir. De alguma forma, eu sabia que não podia esperar mais nada de nós. Há muito tempo que palavras são só palavras. Eu não queria ir desse jeito, não queria ter que carregar algum tipo de culpa e muito menos ter que culpar a você.
São nessas horas que eu penso coisas como se você se desespera por mim, por que também não espera por mim? Eu sei, meu bem... Esse fado quem carrega no coração sou eu. Mas de nada adianta insistir na batalha quando já se perdeu a guerra.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
"Inconscientemente, parecia querer buscar em autores, filmes e músicas, algum tipo de consolo. Como se alguém precisasse chegar bem perto do sofá, onde estava, colocar um das mãos em seu ombro e dizer que aquilo era normal. Que acontecia também com outras pessoas. E que iria passar."
(Caio Fernando Abreu)
terça-feira, 12 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Das efemeridades da vida
As memórias vem surgindo como numa colcha de retalhos.
O tempo consome todas as coisas.
Como tocar o real sem perder o encanto?
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
“ – Eu quero, certo? (...) Não sei se devo, também não sei se posso, se é. Permitido? Sei lá, acho que também não sei o que é dever ou poder, mas agora estou sabendo de um jeito muito claro o que é precisar, certo? E quando a gente precisa, não importa que seja proibido. Querer?(...)
– Querer a gente inventa. (...)
– Ou não.”
(Morangos Mofados, Caio F.)
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