"(...)Meias verdades
E muita insensatez."
(Flora Figueiredo)
E muita insensatez."
(Flora Figueiredo)
quinta-feira, 21 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
São nessas horas que eu me sinto mais perdida. É nesse silencio que pareço não me encontrar. Não dou ouvidos a ele, ele não presta a atenção em mim. Ele não presta.
Repito todos os dias que as coisas vão mudar. Vão? Também não ouço resposta.
Sei até que essas perguntas retóricas, por serem retóricas, não merecem ser respondidas.
Ouvi uma vez que amor não é questão de merecimento.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
"Que seja doce..."
"Eu me pergunto se viver não será essa espécie de ciranda de sentimentos que se sucedem e se sucedem e deixam sempre sede no fim.”
(Caio F.)
Querido Caio,
Queria saber como é que eu faço para sair desses poços que eu tenho caído pelo caminho, porque eu tô tentando, mas não consigo encontrar o "quê". Onde está esse 'quê', pelo-amor-de-Deus?
O infinito é muito longe pra mim. Ninguém parece ter me dado da sua água. E se alguém deu, é bem possível que seja por isso que ela jorra para fora do meu peito. Às vezes, já nem durmo mais. Minha vida é mesmo dessas cirandas e muitas das coisas que eu quero dizer, acabam calando-se com a saudade.
Caio, por que eu continuo assim tão fraca? Que desfunção é essa dos sentidos? Continuo vulnerável demais. A vela com esperança ainda tá acesa. Eu sei que eu tenho que acabar com o
oxigênio que a sustenta. mas se eu parar de respirar, eu me apago também.
sábado, 26 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Des(a)tino
A minha intenção era encurtar essas esperas e veja só o que me aconteceu...
Estou do lado de fora dos meus planos e não consigo tomar a direção certa. Porque a direção certa parece não existir.
domingo, 6 de março de 2011
Escudo, escuro.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Mais uma prece
Deus, não deixe que eu perca a paciência, nem que me falte coragem. Porque agora, mais do que tudo, eu preciso de coragem e paciência.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
In-decisão
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Sob(re) a lucidez
Estou em uma sala de espera e o ônibus nunca chega. Está atrasado, avisa a assistente.
O ônibus, para mim, sempre parece estar atrasado. E eu.. vou ficando pela sala de espera. Aqui é bem frio, mas a moça do café quer me deixar lúcida. A lucidez, na sala de espera, é um tormento.
E me pedem para ter paciência
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)


