E muita insensatez."
(Flora Figueiredo)
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
Sob(re) a estação
domingo, 20 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
A gente vai levando...
sábado, 29 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Sem pés, nem tripés
domingo, 23 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Emergência: Não vide bula.
Você me vê na prateleira, não é nem caso de amor a primeira vista, mas o moço do balcão diz que "é de qualidade", ai então... Tudo certo!sábado, 17 de setembro de 2011
Des-tinos
terça-feira, 6 de setembro de 2011
"Caia na estrada e perigas ver..."
sábado, 3 de setembro de 2011
Eu me lembro, em setembro...
Com novas pétalas, esperei setembro para desabrochar e sentir o novo perfume que carrego.
- Benzinho, rega-me com cuidado pra que eu não fique seca novamente. Não me deixes queimar com o sol que faz lá fora, mas também me daí luz. Setembro esta irradiando luz, essa exposição não faz mal, não mata. E se for pra morrer de amores mais uma vez, saberei trans-nascer.
Eu, que ainda não aprendi a alçar voo, continuo com pequenos adejos.
Queira ver a primavera comigo. Porque o inverno, meu amor, partiu com o trem da última estação.
Por ora, somente aquilo que não for pesado demais para carregar.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
A-gosto
domingo, 10 de julho de 2011
E-ter-na-mente, eternamente.
Secreta, escondida e silenciosa; não quero criar mais uma ventania e afastar de vez esse momento de quase paz que estou vivendo. Pior do que a quase-paz é não haver paz.
Então, continuo com meus espectros a te perseguir. sem que você me note, sem que você me veja. Mas veja bem: eu mais que vejo você, eu sinto você. Mesmo quando sentir não basta. Nem todos sabem como é não ter esperanças e ainda assim continua a insistir sem fé alguma. Sem saber o que dói mais, se é a falta ou a presença.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
O caminho
Talvez, quisera ficar. Porque ficar era concreto, tangível. E da mesma forma na qual uma parte ficou, a outra foi...
Mas tão longa era a caminhada, que os pés se encheram de bolhas. Doía. De certa forma, suportar a dor era uma obrigação. Então, as bolhas cederam lugar para calos, que cresciam e cresciam. E parecia nunca chegar.
Em certo momento, era necessário desacelerar. Será que era inalcançável essa vontade de conhecer o desconhecido ?
Foi então que eu lembrei:
Saber tudo aquilo (sem dor), era pra quem não tinha nada à esconder... E eu tinha!
domingo, 3 de julho de 2011
Nas madrugadas de inverno
Sinto o cheiro da chuva e me sinto doída, porque ela me inunda. Tomo meu banho e tento tirar esse ar de nojo que está impregnado em mim e que não sai, água que não sai com nenhuma água. Acordo. Não durmo. Ando perdendo noites e ganhando palavras ao decorrer delas. Não quero dormir, porque adormecer me faz perder a lucidez. Mesmo que no sonho é onde eu me encontre mais lúcida. É no sonho que eu me reconheço inteira. E só nele eu posso me perder. Nesse quarto, com a chuva lá fora, eu nunca me acho. Paro de frente a janela e fico olhando como a chuva cai. Tento me molhar, não consigo. Eu sou a chuva que esta fria mas continua a cair. Eu sou a chuva que não para, não passa e não sabe o que é. Eu não sei ser, e não sabendo, sou. Custa aceitar, sem resignações, o fato de que eu nunca serei inteira fora de mim. Minha metade anda perdida pelo mundo e eu não consigo achá-la, nem sei se quero. Já não resisto às farpas soltas por metade do que sou, imagine a um ser inteiro, concreto. Tomei muito café e não me sinto lúcida, apesar de estar acordada. Eu ainda não despertei da mansidão que é a madrugada. Porque é na madrugada que eu me escondo. É nessa escuridão que me encaixo e pareço querer ficar ali para sempre. A claridade cega os olhos e eu não sou transparente. Muito pelo contrario, sou uma nuvem densa pronta para chover (abram seus guarda-chuvas).Não sou tempestade, mas brisa leve não posso ser.
terça-feira, 28 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Aos corações perdidos/partidos
terça-feira, 14 de junho de 2011
De volta
quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Pequenas Letargias
Mas raiva e rancor? (Risos) Raiva e rancor só merece quem se foi sem uma explicação convincente e nunca mais sequer procurou, deixando lacunas que nenhum outro adeus até hoje teve audácia de apagar. Pra você - e não menos que alguém como você - guardei e dedico toda minha raiva e rancor. E o meu amor também."
sexta-feira, 27 de maio de 2011
A carta extraviada
Enquanto isso, a estrada seguia. O olhar fixo na linha amarela em direção ao nada. E o aperto foi crescendo daquele peito. Como sempre, só restava chorar. Chorou, igual criança. A cada soluço parecia que ia se verter em lágrimas. E foi dando a ela um desespero, uma vontade de acabar com tudo aquilo. Uma vontade de querer menos a ele. Então, a caneta parecia segurar a sua mão, que só conseguia escrever assim:
"Meu bem,
Essa é a ultima carta que eu te escrevo. Entendo que não posso mais falar em nós, porque mesmo que a mágoa tenha ficado, "nós" não existe(m) mais. E mesmo que tenha restado alguma coisa, eu preciso em que não reste. Porque, entre nós, eu sinto. E sinto muito.
Então, é melhor desistirmos por aqui. Eu até sei que você pode nunca ter tentado, mas faça um esforço para entender ou ao menos aceitar minhas ilusões. Não, eu não estou querendo culpar a você. A essa altura, a ultima coisa que eu buscaria era um culpado, até porque, eu também posso estar nessa lista.
Eu tentei não sentir, tentei não me importar, mas simplesmente não deu. Se é certo ou não, isso eu já não sei. Às vezes, sem você eu fico mais leve. O problema é que com você eu pensei que poderia voar, e caí. Talvez você nunca passe, mas eu preciso acreditar que vai passar. Eu preciso acreditar em alguma coisa além de você e do meu fracasso.
Acabei de pensar que provavelmente você nunca responda e eu vou ficar imaginando se você recebeu mesmo minhas palavras. Eu vou criar um mundo unilateral e mil explicações para não enxergar o óbvio, porque a verdade dói, e eu já cansei de me doer.
A única forma da gente dar certo é deixando o tempo passar. Eu sei dos riscos, a estrada tem muitas curvas e em alguma delas você pode encontrar um amor novinho em folha. Entendo que não podemos prometer mais nada ao outro.
Tudo bem, aceito não ter você e sei que vou continuar esperando, só não me pergunte até quando. Amanhã eu posso acordar e perceber que a espera acabou.
Fim da linha."
terça-feira, 17 de maio de 2011
"Ser, às vezes, sangra."
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Sobre-viver.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
A-d-i-a-n-t-e
terça-feira, 10 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
Átimo
E a cada instante, eu não me acho. Eu não sou. Pra onde eu estou indo? Alguém me indique alguma direção. Porque eu não consigo continuar assim, sem norte..
Eu pensei que fugindo, os problemas iriam embora. Eles também fugiram...Só que desta vez, comigo.
E essa sombra que não se afasta, nem fica. Eu sei que ela não se esconde, mas também não se mostra. Tudo fica nas entrelinhas e não quero mais ler esse texto,não quero mais saber como vai ser esse final, que eu já até sei de cor.
Eu não sei porque eu continuo nesse suicídio lento. Lento e dolorido. Só eu saio partida, quero dizer, só eu não consigo sair. Minha cabeça dói. Estou tentando canalizar essa dor pra algum lugar, porque quando a gente não sente nada, é ai que se dói por inteira.
Eu estou tentando sentir. Mas cansei de tentar. Eu cansei de tudo, mas ainda continuo. E por que, meu Deus?
Estou tentando abrir as portas.









